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Descrição
O que uma tradutora ou um tradutor pode ou deve fazer quando percebe que o texto que está traduzindo parece questionável em termos éticos? Como decidir se o texto a ser traduzido é, de fato, eticamente questionável? Perguntas como estas fazem parte do trabalho de tradutores literários. Este livro, resultado de uma pesquisa de doutorado, apresenta diferentes abordagens de tradutores a partir de um caso paradigmático. O conto alemão A faia dos judeus, de Annette von Droste-Hülshoff, publicado originalmente em 1842, foi, nos últimos cem anos, objeto de interpretações divergentes em relação aos seus motifs judaicos. Parte dos seus tradutores considerou-o um texto sensível. A análise das traduções desse conto para 12 idiomas aborda a responsabilidade dos tradutores em relação aos textos traduzidos, indagando acerca dos fundamentos da autocompreensão de tradutores como agentes de comunicação intercultural.

Autor: Magdalena Nowinska
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2017
ISBN: 9788546207190
Número de pág: 392
Sinopse: O que uma tradutora ou um tradutor pode ou deve fazer quando percebe que o texto que está traduzindo parece questionável em termos éticos? Como decidir se o texto a ser traduzido é, de fato, eticamente questionável? Perguntas como estas fazem parte do trabalho de tradutores literários. Este livro, resultado de uma pesquisa de doutorado, apresenta diferentes abordagens de tradutores a partir de um caso paradigmático. O conto alemão A faia dos judeus, de Annette von Droste-Hülshoff, publicado originalmente em 1842, foi, nos últimos cem anos, objeto de interpretações divergentes em relação aos seus motifs judaicos. Parte dos seus tradutores considerou-o um texto sensível. A análise das traduções desse conto para 12 idiomas aborda a responsabilidade dos tradutores em relação aos textos traduzidos, indagando acerca dos fundamentos da autocompreensão de tradutores como agentes de comunicação intercultural.