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Descrição
A linguagem amazônica é, sem dúvida, de muita importância para estimular a diversidade tão necessária para a literatura. A linguagem poética dança nas nuvens e nas águas encantadas dos diversos biomas e suas variantes. Há verdade no suspirar das estrelas celestes ou nos silêncios dos astros. Nos folguedos das nuvens. No vai e vem das marés. Nos cantares dos passarinhos. Nas piracemas do amor. Nos horizontes amazônicos, mil vozes eloquentes. No vozear das folhas verdes. No panapanar das borboletas… No rumo dos rumos, cada rumo é verdadeiro. Nada é fingimento, tudo é navegar, espreitar, pescar, plantar, acender as velas do tempo nos rumores dos ventos de todos os feitios. Não é o tema. É o dizer, modo, meio, estilo, linguajar. A diligência, a sonoridade, o jogo, o espelho, a brincadeira ondulante, na correnteza dos alagados, da várzea, do igapó ou nos tesos da terra firme. Coisas e loisas infinitamente navegantes singram nos emoldurados dos acervos linguísticos medievais, indígenas, nas onomatopeias, nas metáforas e nos legados tupiniquins.

Autor: Garibaldi Nicola Parente
Formato: 16x23cm
Ano de Publicação: 2025
ISBN: 9788546227983
Número de pág: 340
Sinopse: A linguagem amazônica é, sem dúvida, de muita importância para estimular a diversidade tão necessária para a literatura. A linguagem poética dança nas nuvens e nas águas encantadas dos diversos biomas e suas variantes. Há verdade no suspirar das estrelas celestes ou nos silêncios dos astros. Nos folguedos das nuvens. No vai e vem das marés. Nos cantares dos passarinhos. Nas piracemas do amor. Nos horizontes amazônicos, mil vozes eloquentes. No vozear das folhas verdes. No panapanar das borboletas… No rumo dos rumos, cada rumo é verdadeiro. Nada é fingimento, tudo é navegar, espreitar, pescar, plantar, acender as velas do tempo nos rumores dos ventos de todos os feitios. Não é o tema. É o dizer, modo, meio, estilo, linguajar. A diligência, a sonoridade, o jogo, o espelho, a brincadeira ondulante, na correnteza dos alagados, da várzea, do igapó ou nos tesos da terra firme. Coisas e loisas infinitamente navegantes singram nos emoldurados dos acervos linguísticos medievais, indígenas, nas onomatopeias, nas metáforas e nos legados tupiniquins.