R$80,91
3 x de R$26,97 sem juros
Ver mais detalhes
Frete grátis a partir de R$99,00
Não acumulável com outras promoções
Atenção, última peça!
Meios de envio
Descrição
Guimarães Rosa descreve a dialética de sua identidade em confrontos com os lugares. Onde se situariam? No mundo, nas paisagens, nas memórias, nos afetos...? A essência do ser no mundo não comporta certezas. Nasci aqui. Meu pai me deu minha sina. Vivo. Jagunceio. Eu sou donde eu nasci. Sou de outros lugares. A geografia do lugar está no encontro do ser com suas memórias, vivências e lembranças. A busca de um lugar fixo na Terra desfaz- -se na ilusão de sua impossibilidade em se materializar. Recuperar o passado buscando-o no lugar antes vivido será apenas memória com seus reflexos emocionais de perdas. O lugar situa-se no encontro do ser consigo mesmo, algo cuja existência é fugaz. A paisagem é sempre política. Os sorveteiros ítalo-brasileiros e seu trânsito entre não lugares refletem a gestação imaginária de um novo proletariado prenhe de aspirações cosmopolitas. Pobre tem de ter um triste amor à honestidade. São árvores que pegam poeira. Ah! Mas a fé nem vê a desordem ao redor. as gentes, as areias. E O São Francisco partiu minha vida em duas partes..

Autor: Diane Portugueis
Formato: 14x21cm
Ano de Publicação: 2024
ISBN: 9788546226979
Número de pág: 368
Sinopse: Guimarães Rosa descreve a dialética de sua identidade em confrontos com os lugares. Onde se situariam? No mundo, nas paisagens, nas memórias, nos afetos...? A essência do ser no mundo não comporta certezas. Nasci aqui. Meu pai me deu minha sina. Vivo. Jagunceio. Eu sou donde eu nasci. Sou de outros lugares. A geografia do lugar está no encontro do ser com suas memórias, vivências e lembranças. A busca de um lugar fixo na Terra desfaz- -se na ilusão de sua impossibilidade em se materializar. Recuperar o passado buscando-o no lugar antes vivido será apenas memória com seus reflexos emocionais de perdas. O lugar situa-se no encontro do ser consigo mesmo, algo cuja existência é fugaz. A paisagem é sempre política. Os sorveteiros ítalo-brasileiros e seu trânsito entre não lugares refletem a gestação imaginária de um novo proletariado prenhe de aspirações cosmopolitas. Pobre tem de ter um triste amor à honestidade. São árvores que pegam poeira. Ah! Mas a fé nem vê a desordem ao redor. as gentes, as areias. E O São Francisco partiu minha vida em duas partes..