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Descrição
Tânia Gomes Mendonça apresenta um estudo esclarecedor sobre o Teatro de Bonecos produzido entre os anos de 1934 a 1966 para crianças brasileiras e argentinas. O trabalho é relevante por dedicar-se a um período da história deste teatro ainda pouco pesquisado, por apontar relações com a filosofia do movimento Escola Nova e sua apropriação no Brasil e na Argentina (seja por iniciativas oficiais ou interesses dos elencos) e pela riqueza de informações sobre o percurso dos artistas que protagonizaram essas ações. Abundante em detalhes sobre os esforços de titeriteiros e titeriteiras para levar teatro aos estudantes, estimular a prática do teatro nas escolas e superar as concepções didatistas que impregnavam o teatro feito para crianças naquela época, o texto é enriquecido por farta documentação e traz passagens bem-humoradas, até desconcertantes, sobre como eles burlavam exigências que impediam o direito à fruição como elemento fundante da prática teatral. Como conta o dramaturgo e poeta argentino Javier Villafañe, um dos protagonistas desta história: Quando um personagem meu diz que dois e dois são quatro, eu ponho logo um outro para dizer que são cinco. A publicação colabora para consolidar o Teatro de Bonecos como campo de expressão e de conhecimento

Autor: Tânia Gomes Mendonça
Formato: 16x23cm
Ano de Publicação: 2025
ISBN: 9788546227617
Número de pág: 576
Sinopse: Tânia Gomes Mendonça apresenta um estudo esclarecedor sobre o Teatro de Bonecos produzido entre os anos de 1934 a 1966 para crianças brasileiras e argentinas. O trabalho é relevante por dedicar-se a um período da história deste teatro ainda pouco pesquisado, por apontar relações com a filosofia do movimento Escola Nova e sua apropriação no Brasil e na Argentina (seja por iniciativas oficiais ou interesses dos elencos) e pela riqueza de informações sobre o percurso dos artistas que protagonizaram essas ações. Abundante em detalhes sobre os esforços de titeriteiros e titeriteiras para levar teatro aos estudantes, estimular a prática do teatro nas escolas e superar as concepções didatistas que impregnavam o teatro feito para crianças naquela época, o texto é enriquecido por farta documentação e traz passagens bem-humoradas, até desconcertantes, sobre como eles burlavam exigências que impediam o direito à fruição como elemento fundante da prática teatral. Como conta o dramaturgo e poeta argentino Javier Villafañe, um dos protagonistas desta história: Quando um personagem meu diz que dois e dois são quatro, eu ponho logo um outro para dizer que são cinco. A publicação colabora para consolidar o Teatro de Bonecos como campo de expressão e de conhecimento